Uma substância inédita desenvolvida no IQSC (Instituto de Química de São Carlos) da USP apresentou resultados promissores na busca por um tratamento menos agressivo para pacientes com câncer de mama. Após ser misturado com a Doxorrubicina — um dos quimioterápicos utilizados no combate à doença —, o novo composto permitiu que o medicamento tivesse 95% de sua concentração reduzida, mantendo a mesma eficácia. A substância selecionada pelos pesquisadores é constituída, basicamente, de aminoácidos quimicamente modificados.

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